Imunização: a importância do calendário vacinal estar em dia

Nesta quarta-feira (09), é comemorado o Dia da Imunização. Aproveitamos a data para fazer uma pergunta: o seu calendário vacinal está em dia? Em tempos de Covid-19, nunca a imunização foi tão desejada e valorizada, já que, nos tempos atuais, um vírus está matando milhares de pessoas por dia. Por isso, todos estamos atentos ao Plano Nacional de Imunização (PNI) para saber quando poderemos nos vacinar contra o coronavírus, mas, e as outras doenças?

O Dia Nacional da Imunização foi criado no Brasil para chamar atenção das pessoas  para a importância da vacinação. Esta é uma eficaz maneira de combater doenças que acometem pessoas de todas as idades. Mesmo agora, diante de uma pandemia de Covid-19, não podemos deixar de lado outras doenças que ameaçam a saúde. O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente, para os recém-nascidos até a terceira idade, 19 vacinas que protegem contra mais de 40 doenças.

 

Crianças

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), o não comparecimento de crianças às unidades de saúde para atualização da caderneta de vacinação, pode impactar nas coberturas vacinais e colocar a saúde de todos em risco. De acordo com a SBIm, o Brasil tem registrado índices insatisfatórios de cobertura vacinal para algumas enfermidades, como a poliomielite. Dados da entidade apontam que, antes mesmo do Covid-19, a cobertura vacinal para a poliomielite estava em 80%, sendo que o ideal é 95%.

 

Adolescentes

A mesma coisa pode acontecer com os adolescentes se eles deixarem de se vacinar. De acordo com especialistas, um ponto preocupante é que os adolescentes e adultos são os principais portadores da bactéria causadora da meningite meningocócica e podem transmití-la para outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias, sem necessariamente desenvolver a doença.

Atualmente, a rede pública de saúde disponibiliza aos adolescentes vacinas contra diversas doenças como meningite meningocócica, hepatites A e B, febre amarela, sarampo, caxumba e rubéola (através da vacina tríplice viral), difteria, tétano, coqueluche, além de HPV.

 

Gestantes

Além disso, também existem vacinas que são recomendadas para as gestantes. Uma delas é a vacina que previne contra difteria, tétano e coqueluche.

 

Adultos e idosos

Além das crianças, dos adolescentes e das gestantes, os adultos e os idosos também precisam estar atentos à vacinação. A vacinação pode desempenhar um papel crucial na manutenção da saúde desse público. Muitas pessoas acham que a imunização só é essencial quando criança, mas a vacinação ao longo da vida traz muitos benefícios que se acumulam para a saúde geral e a expectativa de vida. É importante que todos entendam que a vacinação é uma ferramenta essencial para melhorar o envelhecimento saudável e evitar a propagação de doenças.

Para este público, o Ministério da Saúde disponibiliza, por meio do PNI, seis vacinas: hepatite B; dT (difteria e tétano); febre amarela; influenza (contra gripe) para pacientes com comorbidades, adultos entre 55 e 59 anos e idosos com mais de 60 anos; sarampo, caxumba e rubéola para adultos até 49 anos de idade; e pneumocócica para pessoas a partir de 60 anos com condições clínicas especiais.

 

 

 

Data de Publicação: terça-feira, 08 de junho de 2021

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